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IV Estudo das Seis Garantias do 12º Conceito

Garantia Um: “A Conferência nunca se tornará sede de riqueza ou poder perigosos.”
A Sétima Tradição protege nos contra a acumulação de muito dinheiro. Enquanto recusarmos receber contribuições externas e limitarmos as doações individuais de membros, não nos tornaremos ricos em qualquer sentido perigosos. E se vivemos pela Segunda Tradição que, nossa autoridade suprema é um Deus amantíssimo, e que os nossos líderes são apenas servidores de confiança; não têm poderes para governar, então, estamos salvos do poder perigoso.

Garantia Dois: “Suficientes fundos para as operações, mais uma ampla reserva, de-veria ser o seu prudente princípio financeiro.”
Mesmo que vários de nós, enquanto alcoólicos ativos gastássemos livremente, quando chega a vez de sustentar os serviços de A. A. acima do nível da água, nós somos capazes de nos tornarmos um tanto relutantes. Contudo, em A. A., o custo do Escritório de Serviços é relativa-mente baixo, em relação ao número de Grupos assistidos, e se as necessidades para sustentá-lo forem bem esclarecidas, as contribuições aparecem.
O Fundo de Reserva deveria ser o correspondente às despesas operacionais do Escritório de Serviços Gerais e da revista Grapevine de um ano inteiro. O Fundo de Reserva vem quase que inteiramente do rendimento das vendas da literatura de A. A., e esse rendimento também é usado para cobrir o déficit entre as contribuições dos Grupos e o custo do serviço aos Grupos.

Garantia Três: “Nenhum membro da Conferência nunca será colocado em posição de autoridade absoluta sobre qualquer um dos outros.”
Este princípio foi discutido anteriormente no Conceito IV, mas é tão importante que nós o tornamos objeto desta Garantia, uma posição firme contra a criação de autoridade absoluta em qualquer ponto da nossa estrutura da Conferência.

Garantia Quatro: “Todas as decisões importantes sejam tomadas através de discussão, votação e, sempre que possível, por substancial unanimidade.”
Esta Garantia é, por um lado, “uma proteção contra qualquer autoridade precipitada ou dominadora de uma maioria simples, e por outro lado, toma conhecimento dos direito e da frequente sabedoria das minorias, por menores que sejam. Este princípio garante que todos os as-suntos de importância, desde que o tempo permita, sejam amplamente debatidos, e que esses de-bates continuem até que uma expressiva maioria possa apoiar cada decisão difícil.

Garantia Cinco: “Que nenhuma ação da Conferência jamais seja pessoalmente punitiva ou uma incitação à controvérsia pública.”
Mesmo que praticamente todas as outras sociedades e governos achem necessário punir membros, individualmente, por violação às suas crenças, princípios ou leis, Alcoólicos Anônimos ache essa prática desnecessária.
Quando deixamos de seguir saudáveis princípios espirituais, o álcool nos derruba. Não há necessidade de se administrar castigos humanos. Essa condição única é uma enorme vantagem para nós, uma condição com a qual podemos contar completamente, e que não deveríamos já-mais abandonar pelo recurso dos métodos de ataque pessoal e punição. Dentre todas as socie-dades, a nossa é a que menos pode correr o risco dos ressentimentos e conflitos, que iriam resul-tar-se algum dia nos rendêssemos à tentação de punir com raiva.
Pela mesma razão, não podemos e não devemos entrar em controvérsia pública, mesmo em defesa própria. Nossa experiência tem mostrado que, providencialmente, A. A. ficou isento da necessidade de brigar com qualquer pessoa, seja qual for a provocação. Nada poderia ser mais desastroso para nossa unidade e para a boa vontade mundial de que A. A. goza, do que uma disputa pública, por mais promissores que os resultados imediatos possam parecer. Algumas si-tuações que podem solicitar atenção da Conferência são:
A. A. pode vir a ficar sob violento ataque público ou parecendo ridículo, talvez com pouca ou nenhuma justificativa de fato. Nossa melhor defesa nessas situações seria a de nenhuma defe-sa ao todo, a saber, silêncio completo em nível público. Se a crítica no A. A. for em parte ou total-mente justificada, talvez seja bom mostrar aos críticos, particularmente, que reconhecemos isso, junto com os nossos agradecimentos.
Violações públicas das Tradições de A. A. Os nossos próprios membros podem tentar usar o nome de A. A. para os seus propósitos pessoais. Ação punitiva ou agressiva, mesmo nessa área, deve ser omitida. Em particular, podemos informar aos transgressores das Tradições, que eles não estão por dentro. Caso persistirem, podemos usar outros meios de persuasão de que dispo-mos. A longo prazo, porém, teremos de contar basicamente com as pressões da opinião de A. A. e da opinião pública.
Outro tipo de problema são os grandes desentendimentos internos que venham a público, sem querer. Como o Escritório de Serviços Gerais não é uma operação policial, podemos apenas oferecer a experiência de A. A., a título de informação.

Garantia Seis: “Que, embora a Conferência preste serviço a Alcoólicos Anônimos, ela nunca desempenhe qualquer ato de governo e que, da mesma forma que a Sociedade de Alcoólicos Anônimos a que serve, a Conferência permaneça sempre democrática em pensamento e ação.”
As Tradições de A. A. conferem ao membro individual e ao Grupo de A. A. extraordinárias liberdades. De fato, nós AAs provavelmente gozamos de mais e maiores liberdades do que qual-quer Irmandade no mundo. Não proclamamos isso como uma virtude. Nós sabemos que precisamos escolher conformar-nos com aos Doze Passos e as Doze Tradições de A. A. ou então encarar a desintegração e a morte.
Por tanto, valor às nossas grandes liberdades e não poder conceber que elas possam ser limitadas, nós aqui recomendamos em especial à nossa Conferência de Serviços Gerais, que se abstenha completamente de qualquer ato de governo autoritário que possa, de algum modo, di-minuir a liberdade de A. A. sob Deus. Esperamos que nossa Conferência sempre procure atuar com espírito de amor e respeito mútuo de um membro para outro.
Liberdade abaixo de Deus para crescermos à sua imagem será sempre a meta de Alcoólicos Anônimos. Que nossa Conferência de Serviços Gerais possa sempre ser vista como o principal símbolo dessa tão almejada liberdade.

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